sábado, 2 de fevereiro de 2013

Seu nome devia ser o de uma cor, a cor do nosso amor

Dentre as milhões de cartas de amor já escritas do mundo, essa é a mais linda, porque é pra você. O meu amor, mesmo depois de tanto tempo só aumentou – sim, porque se um minuto longe de você me parece uma eternidade, imagine dois meses – assim como a saudade, que parecia não ter fim. Embora não tenha lá uma espiritualidade definida, acredito que foi Deus quem recolocou você na minha vida, já que dizem que ele é tão perfeito assim e só faz coisas magníficas. Em um piscar de olhos, fui reconquistada por você e já sei de quem isso é culpa: desse amor que antes estivera adormecido, mas que nunca sequer fez menção de sair de dentro de mim. De alguma forma, por algum motivo, ou até por vontade do destino eu sabia que um dia todo esse sentimento teria vazão, só não esperava que fosse novamente para aquela cujos olhos me encantam, hipnotizam e me prendem a atenção no prazer de admirá-los; aquela cujas mãos, cujo toque, provoca delírios até na mais equilibrada das criaturas; aquela cuja boca, cujo beijo, envolve de maneira quase que alucinógena; aquela cuja voz é a música mais bela em que meus ouvidos já se deleitaram; aquela cujo cheiro supera o aroma da mais cheirosa e bela flor; aquela cujo sorriso contagia, enaltece e encanta a minha alma por inteiro; aquela cujas formas atraem os olhares mais admirados, diante de tanta beleza; aquela cujo nome diz tudo: Beatriz, vulgo aquela que traz alegria. Aquela que traz a minha alegria, e que tem todo o meu amor, enquanto eu viver e até meu último suspiro através do qual quero partir dizendo: eu te amo, minha Beatriz.

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